Segundo dados do Anuário Brasileiro Estatístico de Educação Aberta e a Distância (AbraEAD), em 2007 o número de brasileiros que estudaram a distância ultrapassou 2,5 milhões.
Essas pessoas participaram de cursos formais ou de formação profissional, em instituições de ensino, organizações governamentais, não governamentais e empresas privadas, por meio de diversas tecnologias, dentre as quais a internet.
O WebEduc é um site do Ministério da Educação que oferece diversos recursos e ferramentas, com sugestões e orientação de uso, para facilitar a integração entre professores, alunos e a web.
Isso tudo é muito bom e significa que o Brasil está evoluindo rapidamente no uso das tecnologias na educação, mas não quer dizer, absolutamente, que já possamos nos orgulhar de um ambiente 2.0 – web 2.0 – na educação.
Para isso ainda falta muito. O Google nos dá uma boa referência dessa realidade, se pesquisarmos o termo em inglês e em seguida em português (e-learning 2.0 X educação 2.0). No primeiro caso vamos encontrar mais de 150 mil ocorrências, no segundo menos de 5 mil, ou pouco mais de 3%.
E o que será educação 2.0?
Simples: de um lado a plataforma Web 2.0 com sua diversidade de recursos (colaboração, redes sociais, recursos áudio-visuais), de outro alguém que atue, efetivamente, como um agente na construção de conhecimentos.
Observe que não estou falando de educação a distância, mas de educação em qualquer modalidade, apoiada pelo universo de alternativas favoráveis construção de conhecimentos que estão disponíveis na web. Por exemplo, encontrei, pesquisando na web, o blog do professor Jordons Francisco, com muitas idéias de como usar a Web 2.0 para educação 2.0.
Pensar 2.0 é acreditar na educação sem distância e no mundo web como possibilidade de total apoio ao aprendizado requerido nesse início de século.

[...] E o que será educação 2.0? Leia mais no Educação Sem Distância. [...]
Obs: 1. Meus parabéns a todas as orientaçõs profissionais e educacionais administradas pelo Sebrae 2. como já tenho o segundo gráu, gostaria estes cursos:Coordenaçao, Supervisão, Qualidade em Prestação de Serviços e Assistente Administrativo – distância, distância on-line, semepresenciais.
David- “como já tenho o segundo gráu” , ==> [gr(á) u] ????????
conheço graú e grau, pode definir “gráu”, por favor?
Muito bom o texto, objetivo e elucidativo. Enquanto lia me ative à idéia, também exposta, de que a educação 2.0 não ocorre necessariamente por meios tecnológicos, uma vez que a participação ativa dos alunos e professores na construção do conteúdo, de maneira colaborativa, não depende de meio, mas de método.
Lembro-me que na UnB tive experiências com esse modelo, em aulas de administração. Em uma delas o professor comentava que era um modelo ao qual o brasileiro ainda não estava condicionado, mas que possibilita trocas e crescimento mútuo. A aula se constitui mais num debate (sob orientação do professor) em que cada um sabe melhor do que qualquer um sobre sua própria experiência e vivência, e assim, contribui com relações novas ao assunto abordado.
(de um leigo…)
Nossa empresa trabalha em um projeto que visa trabalhar com educação 2.0 de verdade, sem fronteiras e sem limites, temos muito trabalho pela frente, mas estamos caminhando a passos largos, o projeto se chama Pensaí o link está Aqui