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primaveraNem sempre consigo escrever. Pode ser tempo ou incapacidade, mesmo, de me expressar sobre algum assunto ou talvez por não conseguir encontrar as palavras na hora possível de formar minhas frases.

No caso deste blog, não me sinto obrigada a ser produtiva. Mas, me sinto inteiramente comprometida em dizer o que sinto em relação à educação nesse momento de amplo e excessivo uso das tecnologias. Porque gosto delas, das inúmeras portas que elas me abrem. Porque acredito nas oportunidades que essas tecnologias oferecem para ensinar e aprender.

Hoje, lendo o post do Gil Giardelli, me identifiquei com a frase – Acredito que o “educador” deve fazer com amor, amor e amor! -

Atualmente meu exercício de educadora se faz no dia-a-dia e não no formato de aulas. Seja no convívio com amigos e colegas, seja eventualmente em palestras. Sempre envolvendo o uso da web e das soluções possíveis nesse ambiente.

Observo que cada vez mais podemos ensinar e aprender independente das distâncias. A cada dia a liberdade para aprender tende a empatar com a liberdade de amar.  Nesse sentido, compartilhar torna-se a palavra chave para todos nós, educadores em qualquer sentido.

A web está nos dando essa opção, compartilhar sempre o que descobrimos, o que lemos, o que conhecemos. Aprender, buscando aqui e ali o que precisamos ou o que nos interessa saber.

Ler, sem gastar nada, ficou fácil. No Google Livros, com o tema educação, existem 701 documentos com visualização completa. No site Domínio Público podemos encontrar a obra completa de Machado de Assis, os poemas de Fernando Pessoa. São mais de cem mil textos, quase onze mil imagens, mais de dois mil sons e mil vídeos.  E não custa nada.

Navegando no Google Maps com Street View é possível passear por Nova Iorque ou Paris. É quase real,  podemos recordar o que já vimos ou conhecer vários locais, sem ter estado lá.

Apresentações sobre os mais variados temas e assuntos estão no Sideshare, inclusive as minhas.

 Movidos pela curiosidade, podemos descobrir que pesquisando video aulas no youtube  vamos obter mais de 13 mil vídeos. Se acrescentarmos a palavra português, serão quase cinco mil.

Mesmo que alguns tenham interesse comercial, podemos admitir que todas essas pessoas estão compartilhando por amor. Por acreditarem que pelo menos uma outra pessoa se beneficiará. Aprenderá.

Se a opção for fazer um curso, há centenas. Pagos, baratos, gratuitos. Formais ou abertos. Há um bom catálogo na ABED.  Para empreendedores, os do SEBRAE, gratuitos, atenderam mais de 270 mil pessoas em 2008.

Quer aprender mais sobre o mundo digital? Veja Olhar Digital, um mundo de informações em texto e vídeos.

Esse é um novo mundo. Sem barreiras às relações. Sem impedimentos para o conhecimento. Aprender a lidar nesse novo mundo é a nossa missão. A luz que se acende é a da oportunidade para sermos mais e melhores. De ensinar o pouco que sabemos. Aprender continuamente. Livremente.  Gratuitamente. É dar e receber, com muito amor.

compartilhar

No Brasil, em 1923, a Fundação da Rádio Sociedade, do Rio de Janeiro, transmitia programas de literatura, radiotelegrafia e telefonia, línguas, sob coordenação de um grupo da Academia Brasileira de Ciências. O Instituto Universal, fundado em 1941, é considerado como uma das primeiras experiências em EaD no país, utilizando basicamente material impresso. Isso significa que a superação da distância é um caso antigo na Educação.

Hoje em dia, sob vários codinomes, fala-se da distância na educação como se fosse um privilégio desse momento histórico. Mas, nada mudou no processo de transformação e construção do conhecimento. Mudaram, e muito, as tecnologias. Evoluindo do papel para o computador, do rádio e da TV para as redes.

Essas mudanças tem uma conseqüência importante para a educação, que migra de um processo bilateral para um processo multilateral. As primeiras  influências da tecnologia, como rádio, TV e multimídia, permitiam produzir soluções de ensino-aprendizado de um para muitos, a partir dos modelos presenciais. O conteúdo preparado em função do meio e mediatizado pelo próprio computador ou por um tutor. Lê-se nos livros a orientação para uma equipe de projeto de elaboração de cursos a distância que, entre outros atores, inclua um professor para preparar o conteúdo e um tutor para apoiar o aluno. O processo de construção do curso, apesar da equipe, segue rigorosamente as estratégias para ambientes presenciais.

No entanto, as tecnologias atuais substituem a lógica bidirecional pela multidirecional, criando novas oportunidades para a educação, mas ao mesmo tempo incluindo a necessidade de novos aprendizados e experiências para escolas e professores. E há nisso um sentido de urgência.

A geração Y, ou geração Internet, está vivendo intensamente essa nova realidade. Os “nativos digitais” estão participando e compartilhando, trocando e construindo conhecimentos, nas redes sociais de forma cada vez mais crescente. Essas pessoas não tem mais motivação para o bidirecional, porque são autoras. Estão acostumadas a compartilhar. Dar e receber qualquer coisa que saibam, gostem, percebam. Já entenderam que o conhecimento é ampliado pelas trocas.

Falar para eles de ambientes colaborativos é pouco, pois eles já fazem isso e muito mais no dia-a-dia. Ignoram a distância, isso não tem a menor importância para nada. A internet, o celular, o Ipod são como extensão de seus braços e mentes.

Eles, daqui a pouco, serão professores. Com certeza preferidos pelos outros Y. Apenas os “migrantes digitais” sobreviverão com eles. Isso parece forte? Exagerado? O tempo dirá.

Aproveito o fluxo de migração. Sem distância. Aprendendo nas redes, blogando. Compartilhando.

Dá pra imaginar que educação pode ser tratada como um negócio?

Para alguns isso pode chegar próximo a uma heresia, mas na verdade já se faz isso no mundo todo.

A holandesa  Springwise, empresa de inovação, mantém uma rede de observadores em mais de 70 países, identificando boas idéias e novos negócios que possam inspirar empreendedores. A educação é um dos setores de negócios inovadores, e são citadas empresas que oferecem cursos complementares para graduação,  aulas em vídeo, jogos virtuais com premiações reais entre outros.

No Brasil já existem iniciativas de negócios na área de educação, usando a Internet como,  por exemplo, o Instituto Amazônida, com cursos livres de qualificação profissional. Eles se declaram “uma empresa que existe para auxiliar as pessoas e ajudá-las a ter uma vida melhor…”

Essas novas possibilidades são conseqüência das facilidades oferecidas pela web, com inúmeras soluções gratuitas que podem ser aproveitadas por empreendedores capazes de inovar.

Mesmo com a certeza da importância das instituições de ensino, tanto públicas como privadas, é importante perceber como as soluções ofertadas pelos novos negócios são interessantes e importantes nos dias de hoje. Se a educação continuada é um requerimento dos novos tempos, seria mesmo de se esperar que a sociedade se envolvesse e que o acesso ao aprendizado não ficasse restrito às instituições autorizadas pelo MEC. Transformadas em negócios, as iniciativas de ensino-aprendizagem pela web serão cada vez mais importantes, trazendo alternativas, flexibilidade e facilidade para as pessoas. Quanto mais empresas fizerem isso melhor, pois a competição no mercado as obrigará a serem cada vez mais eficazes e a melhorarem constantemente a qualidade de suas ofertas, bem como o preço.

Enquanto isso, sem pagar nada, já se tem ótimas oportunidades para aprender. Basta pesquisar um pouquinho e vamos encontrar vídeo-aulas no Youtube ou cursos como os do SEBRAE.

Dia das Mães, dia dos Pais, dia de São João, dia de São Pedro, dia do Aviador, dia do Professor, dia de Todos os Santos, dia da Criança, dia do Fotógrafo, Dia do Funcionário Público, dia do Comerciário……….dia…..dia… São 365 dias dedicados a muita gente. É essa a palavra que está por trás das datas. Sempre tem alguém por trás delas. Por exemplo, o dia da Educação está espremido entre o dia do Sacerdote e o dia da Sogra: pessoas.

Pergunto: quem é a pessoa por trás de Educação? Não me diga que é o professor, pois o dia dele é lá, em outubro. Quem então?

Penso que sou eu, você, todos nós.

Que o dia dedicado à Educação é um alerta para o nosso principal papel durante a vida: educar e educar-nos. No dia-a-dia somos, todos, responsáveis pela educação de nossos pais, de nossos filhos, de nossos colegas, de nossos amigos, de nossos empregados.

Acredito que essa data quer nos lembrar dessa responsabilidade, quer nos dizer que a escola, os cursos em geral, são aspectos relevantes, mas não únicos ou isolados no contexto educacional.

Você já colaborou com a educação hoje?

Comemore aprendendo, depois gaste um tempinho e ensine!

Sempre, preocupe-se em ser um exemplo.

 

 

 

 

O vídeo é de 2008, mas vale para sempre. Faça sua parte!

 

 

escola1

O século XVIII é conhecido como o Século das Luzes, porque os iluministas acreditavam que o pensamento racional tiraria o homem das trevas, representada pelas crenças e pela fé na religião e no misticismo. Mas só no final do século XIX o mundo começa a se iluminar, verdadeiramente, com a energia elétrica e no Brasil, isso se consolida apenas na primeira metade do século XX.

Não sei se pelas luzes ou pela evolução provocada pela revolução industrial, a partir de então a evolução da ciência e da tecnologia vem produzindo uma transformação no mundo e o mundo nas pessoas (e vice-versa) com velocidade e aceleração jamais registradas na história.

Em apenas um século os brasileiros tiveram acesso à luz elétrica, ao ensino nas escolas, ao computador e à web.

Em 1920 o “percentual de analfabetos no país referente a todas as idades é de 75% e na população de 15 anos e mais é de 65%” (veja Pedagogia em Foco). Em 2005 a taxa para a população de mais de 15 anos  é de 10,9% (tabelas PNAD) e em 2007 mais de dois milhões e meio de pessoas estudaram a distância (ABRAEAD).

O impacto da web em todos os campos foi, inclusive na educação, foi assustador. Você acredita que a web 2.0 traz a mudança de paradigma no campo das possibilidades? Já observou como estão evoluindo as possibilidades de conversar, de ver, de escrever, de ler, de conhecer, de comprar, de reclamar, de divulgar, de convencer, de criar, de aprender, de …

A distância atualmente tão comemorada na educação deverá em breve ser esquecida? Tornar-se-á irrelevante? Penso que futuramente importará apenas a educação, independente da modalidade. Da mesma forma que ligamos as coisas na tomada, sem nos preocuparmos com a energia que ela nos oferece, vamos ligar nossos computadores, fazer nossos cursos, obter nossos certificados.

A escola vai acabar? Claro que não. Acredito que vai mudar, tornar-se mais acessível, da mesma forma como ficou mais fácil fazer tantas outras coisas e viver a vida.

Imagine que o acelerador continuará e a velocidade será cada vez mais percebida por todos nós. Vamos correr.

 escola-vazia

A pessoas tem tendência de procurar seus pares. Gostamos de quem pensa igual a gente, de quem curte os mesmos sons, as mesmas imagens, as mesmas falas.

Na rede fica fácil nos associarmos às comunidades e a fazer novos amigos, pois sempre há muitos outros em muitos lugares que fazem parte do nosso universo, compartilhando os mesmos princípios, valores e crenças.  A comunidade é um lugar cálido, um lugar confortável e aconchegante

Mas, se nos acomodamos numa comunidade perdemos a oportunidade de conhecer quem pensa e age diferente, quem acredita em outras verdades, vive de outras práticas, conhece o que desconhecemos.

Ao evitarmos os diferentes emburrecemos um pouco, nos limitamos, deixamos de aprender e acabamos por criticar aquilo sobre o que nada sabemos.

Cabe aos professores aproveitar a rede para mostrar as contradições, as complementações, as muitas possibilidades de ver e de estar no mundo.

Não falo do bem e do mal, nem do certo e do errado.  Falo das diferenças, das escolhas, do pensamento esclarecido, da decisão fundamentada no conhecimento.

A web nos permite passear pelas idéias, lendo, vendo imagens e sons, nos preparando para o método científico na medida em que alguém nos oriente a sair da mesmice.

Inovar  é fazer diferente. Orientar meninos e meninas para visitar locais onde não costumam ir. Por exemplo, ver o que se diz por aí contra e a favor da web, ouvir musica boa e brega no youtube, saber sobre efeito estufa e  aquecimento global , conhecer opiniões diferentes e análises sob vários aspectos, entender sobre gente que come muito e gente que não come nada, gente que precisa da chuva e gente que sofre com ela.

Mudar pode dar trabalho, mas é necessário.

 

“A educação abrange os processos formativos que se desenvolvem na vida familiar, na convivência humana, no trabalho, nas instituições de ensino e pesquisa, nos movimentos sociais e organizações da sociedade civil e nas manifestações culturais.” (Art. 1º da Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996)

Você poderia entender o desenvolvimento dos processos formativos, a partir da definição dada pela Lei de diretrizes e bases para da educação nacional, sem comunicação?

Agora pense na oportunidade que a tecnologia atual, principalmente a web, nos oferece para a educação. Porque não usar todo o potencial de conteúdos, redes sociais, autoria?

Uma passagem pelo youtube mostra alguns alunos expondo trabalhos escolares em vídeos caseiros. E esses vídeos são vistos por outros garotos, que podem aproveitar as idéias e aprender com seus amigos e colegas. Porque é bastante óbvio que eles vão distribuir link pelas redes sociais. Veja exemplos muito simples do que já andam fazendo por aí. Com criatividade e sem despesas, os professores podem valorizar esses trabalhos reunindo-os em blogs ou redes sociais, valorizando seus alunos e seu próprio trabalho. Em Joinville, Santa Catarina, já estão fazendo isso. Confira no blog da escola municipal Governador Heriberto Hulse.

notes1Segundo dados do Anuário Brasileiro Estatístico de Educação Aberta e a Distância (AbraEAD), em 2007 o número de brasileiros que estudaram a distância ultrapassou 2,5 milhões.

Essas pessoas participaram de cursos formais ou de formação profissional, em instituições de ensino, organizações governamentais, não governamentais e  empresas privadas, por meio de diversas tecnologias, dentre as quais a internet.

O WebEduc é um site do Ministério da Educação que oferece diversos recursos e ferramentas, com sugestões e orientação de uso, para facilitar a integração entre professores, alunos e a web.

Isso tudo é muito bom e significa que o Brasil está evoluindo rapidamente no uso das tecnologias na educação, mas não quer dizer, absolutamente, que já possamos nos orgulhar de um ambiente 2.0 – web 2.0 – na educação.

Para isso ainda falta muito. O Google nos dá uma boa referência dessa realidade, se pesquisarmos o termo em inglês e em seguida em português (e-learning 2.0 X educação 2.0). No primeiro caso vamos encontrar mais de 150 mil ocorrências, no segundo menos de 5 mil, ou pouco mais de 3%.

E o que será educação 2.0?

Simples: de um lado a plataforma Web 2.0 com sua diversidade de recursos (colaboração, redes sociais, recursos áudio-visuais), de outro alguém que atue, efetivamente, como um agente na construção de conhecimentos.

Observe que não estou falando de educação a distância, mas de educação em qualquer modalidade, apoiada pelo universo de alternativas favoráveis construção de conhecimentos que estão disponíveis na web. Por exemplo, encontrei, pesquisando na web, o  blog do professor Jordons Francisco, com muitas idéias de como usar a Web 2.0 para educação 2.0.

Pensar 2.0 é acreditar na educação sem distância e no mundo web como possibilidade de total apoio ao aprendizado requerido nesse início de século.

 

Web 2.0

narede“O termo Web 2.0 foi criado por Tim O’Reilly e tem o seguinte conceito na wikipédia: Web 2.0 é a mudança para uma internet como plataforma, e um entendimento das regras para obter sucesso nesta nova plataforma. Entre outras, a regra mais importante é desenvolver aplicativos que aproveitem os efeitos de rede para se tornarem melhores quanto mais são usados pelas pessoas, aproveitando a inteligência coletiva.”

Para Vicente Tardin, editor do  Webinsider, o termo “sinaliza uma fase na web onde se pratica a liberdade de falar e ser ouvido. É uma conseqüência natural do desenvolvimento da internet.”

Para Juliano Spyer, autor do livro Conectado,  o termo originalmente “deveria distinguir sites ou aplicativos com baixo custo de desenvolvimento, em que o conteúdo surge de baixo para cima (BOTTON-UP) a partir do relacionamento entre participantes (USER GENERATED CONTENT ou UGT), e que pode combinar as soluções e o conteúdo de mais de um site para produzir uma experiência integrada, o que no jargão tech se convencionou chamar de MASH-UP”.

Existem muitas definições para este termo, no site WEB 2.0 BR estão listadas dezesseis delas elaborados por pessoas envolvidas na web e mais 48, de leitores que participaram espontaneamente. Pesquisamos o termo no Google, entre aspas, e o retorno foi de mais de oitocentas mil ocorrências.

Isso pode parecer um excesso, mas pode também ser interpretado como oportunidade de democratização da participação a partir da disponibilidade de soluções gratuitas, simples e em grande quantidade, permitindo que qualquer um possa tornar-se uma personalidade na rede, interagir, manifestar-se e agrupar-se em torno de idéias, conhecimentos, brincadeiras ou qualquer interesse pessoal.

Além das soluções disponíveis para a disseminação de conteúdos e para cooperação, a web 2.0 provê ferramentas que favorecem o desenvolvimento de atividades em colaboração.

Trata-se da evolução de uma forma de trabalho em que pessoas executam tarefas cooperativamente para se chegar a um resultado, para uma nova forma em que essas pessoas podem construir conjuntamente um resultado.

Por exemplo, um livro pode ser produzido cooperativamente, distribuindo-se os temas para vários autores e depois juntando os textos e organizando para publicação. Mas, o mesmo livro pode ser escrito colaborativamente, com ferramentas que permitam varias pessoas redigindo um mesmo texto, inserindo palavras, parágrafos ou imagens, em um documento de uso comum.

“Piaget estabelece o conceito de aprendizagem colaborativa como aquela que se dá a partir do momento quem que o sujeito é capaz de descentrar-se para realizar algo em comum, para encontrar uma solução compartilhada, fruto de intensa negociação, para a qual contribuem todos os envolvidos no processo.” (Villardi e Oliveira, 2005)

A riqueza de soluções e a facilidade de uso dessas soluções serão de grande valia nos processos educacionais apoiando a construção do conhecimento, embora não estejam ainda sendo utilizadas em grande escala pelos professores.

Conversamos sobre Internet e Web como se fosse a mesma coisa, até porque no diálogo informal é assim mesmo, tomamos a liberdade da metonímia, nesse caso nada literária.

A Internet, cujos primórdios ocorre na década de 60,  é a rede de computadores que permite a comunicação entre os usuários a partir do protocolo IP.  É da responsabilidade da rede serviços como transferência de arquivos e correio eletrônico, disponíveis bem antes da existência da WEB.

Esta, identificada pelo www que compõe um endereço na Internet, da forma como conhecemos hoje, tem início na década de 90 e é consequência da busca pela possibilidade de usar a Internet para executar documentos em hipermídia, interligando textos, imagens, vídeos, de tal forma que o usuário pudesse passar de uma a outro indefinidamente.

Resumindo, a Web é a teia que se estende sobre a rede de computadores, permitindo a criação de serviços que facilitam nossa vida, como este blog, por exemplo.

Na verdade não é necessário saber isso para navegar, mas dependendo de nossas atividades pode ajudar.

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